Inteligência Artificial como aliada valiosa para a manutenção preditiva e a sustentabilidade das infraestruturas
NOTA À IMPRENSA – Arzignano (VI) – 14 de dezembro de 2023
A Comissão, o Conselho e o Parlamento Europeu aprovaram há poucos dias o AI Act, a regulamentação criada com o objetivo de regular a inteligência artificial. Trata-se do primeiro regulamento no mundo desse tipo e com esse alcance; no entanto, ainda não há nada definitivo. Após o acordo político, os grupos técnicos estão trabalhando na redação final do texto, que será submetido à votação pelos organismos europeus. A previsão é que, se tudo seguir o cronograma, a regulamentação possa entrar em vigor dentro de aproximadamente dois anos. Uma lei que assegura que os direitos e as liberdades estejam no centro do desenvolvimento dessa tecnologia revolucionária, garantindo um equilíbrio entre inovação e proteção.
A IA também é uma aliada fundamental no que diz respeito à sustentabilidade ambiental de um projeto. Isso foi destacado também pela ANCE (Associação Nacional dos Construtores Civis) no documento apresentado ao Senado em 29 de novembro[1]. A ANCE ressalta que, “No que se refere à sustentabilidade, um dos campos em que a IA pode trazer benefícios é a avaliação do impacto ambiental de um projeto. Ao integrar grandes volumes e diferentes tipos de dados relativos aos recursos naturais e às características ambientais de um território (solo, águas, qualidade do ar, patrimônio de biodiversidade etc.), os algoritmos são capazes de desenvolver modelos não apenas para minimizar os impactos nas várias fases do ciclo de vida da obra, mas sobretudo para otimizar os aspectos de projeto e, assim, melhorar o perfil ambiental da intervenção”.
A Franchetti SpA recebe de forma positiva a nova norma. A empresa listada em bolsa, pioneira na área de gestão, diagnóstico e manutenção preditiva de infraestruturas - especialmente pontes e viadutos - utiliza IA em seus softwares proprietários, entre os quais se destacam Argan© e Pathwork©. O Argan© coleta e analisa dados sobre o estado de conservação de uma obra e realiza o diagnóstico que permite programar com antecedência as intervenções necessárias, com evidentes vantagens em termos de segurança, preservação do patrimônio existente e gestão adequada dos recursos econômicos.
O Pathwork©, a partir das informações que descrevem as características de cada canteiro de obras e as restrições a serem respeitadas, é capaz de produzir, de forma estruturada, a melhor alocação, no espaço e no tempo, dos próprios canteiros.
O mais recente, Sidecheck, é um software destinado à auditoria dos processos de inspeção de ativos. Baseado em algoritmos de embedding e redes neurais, constitui um suporte fundamental para tornar o processo de gestão o mais objetivo possível ao longo do tempo, no espaço e entre os diferentes atores envolvidos.
Os softwares e as soluções digitais desenvolvidos internamente pela equipe da Franchetti SpA são capazes de minimizar os impactos das intervenções que os contratantes precisam programar, otimizando não apenas a sustentabilidade ambiental de cada intervenção, mas também atuando na sustentabilidade econômico-financeira de toda a rede de infraestruturas, valorizando o patrimônio construído existente e reduzindo ao mínimo o uso do solo e dos recursos.
Como aponta o levantamento da ANCE, “As potencialidades da digitalização das infraestruturas envolvem diversos campos: eficiência de gestão, melhor atendimento às necessidades dos usuários, segurança estrutural e operacional, sustentabilidade.” A Franchetti SpA atua nessas áreas com experiência, histórico comprovado e reconhecimento, podendo contar com um banco de dados proprietário que inclui informações sobre mais de 40 mil pontes equivalentes. Um ativo fundamental para planejar a manutenção das infraestruturas existentes e criar novas infraestruturas mais duráveis e sustentáveis.
[1] “Levantamento sobre a utilização de tecnologias digitais e de inteligência artificial no planejamento, na construção e no monitoramento de infraestruturas rodoviárias, rodovias, ferroviárias, portuárias, aeroportuárias e logísticas”, disponível
aqui.
